when you go down, you go down

6 ago

“O fim do estímulo em si é contrativo. E com os preços dos imóveis ainda em queda, o crescimento do Produto Interno Bruto vacilando, e o desemprego permanecendo teimosamente alto, é preciso mais estímulo, e não austeridade. O motor isolado mais importante do aumento do déficit é a arrecadação fiscal fraca em virtude do fraco desempenho da economia; o melhor remédio isolado seria colocar a América para trabalhar de novo. O recente acordo da dívida vai na direção errada.”

Ou será que realmente acharam que a tercerização ia trazer lucro para os empregados além, obviamente, dos patrões? É escusado dizer, não?

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branca

9 jul

Às vezes eram duas, às vezes três, às vezes uma, e por vezes nenhuma. Ela é, são e eram brancas. Brancas aveludadas e as folhagens verdes. Demo-las água, terra e carinho. Ela sempre floresceu. Tanto para elas para nós, pouco importava se nevava ou se nos escaldava o calor. Só nos importava se estávamos juntos. Nós três, nós e ela.

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ninho

3 jul

Faz-te teu ninho. Fá-lo quente e aconchegante. Quero morar nele.

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o que queres

3 jul

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carta aberta a toda a sociedade catarinense e governo estadual

30 jun

Não estamos condenados a viver o futuro com uma angustiante repetição do presente. Temos vívidos ainda na memória, a temos fresca, a lembrança da ditadura militar. A democracia brasileira melhorou, a democracia evoluiu. E com ela a democratização dos serviços, os serviços públicos de acesso às todas as camadas sociais: as escolas públicas, o Sistema Único de Saúde, os programas sociais. Nessa nova democracia a educação sempre foi o ponto-chave do desenvolvimento, todos os credos, todos os partidos, todas as classes admitem, é ela quem vai salvar o Estado, é ela a capaz de transformar a sociedade. A política sobre a escola é demarcadora porque define o modo como encaramos o saber, a emancipação intelectual, a distribuição dos meios de ler e interpretar o mundo, a autonomia de cada um e cada uma. E a política sobre a escola é ainda mais demarcadora sobretudo porque vivemos uma crise na educação. O sentimento dominante sobre as escolas é de incertezas. A escola fabrica diversas formas de exclusão, não deixa entrar os que estão fora, e esse é o problema do acesso, e põe fora os que estão dentro, e esse é o drama do insucesso escolar e do abandono. Exclui incluindo, a escola em si é uniformizadora e adversa à diversidade, e num certo sentido a inclusão à escola deixou de fazer sentido porque é difícil de fazer-se perceber o porquê é que precisamos de lá estar. A cada um desses problemas, o acesso, o sucesso e a diversidade dos públicos escolares, nós só podemos responder com uma escolha: mais e melhor democracia. O problema então nas escolas não são dos professores, por mais que se queira tanto transformá-los nos culpados pelas políticas educativas. O problema das escolas não são os jovens, por mais que se queira, histericamente, construir a imagem de que todos os jovens são perigosos ou delinquentes. A crise da escola é uma crise política ligada à legitimidade. Não há uma forma de resolver essa crise sem pensar politicamente e articular com os diferentes projetos ligados à educação que percorrem por nossa sociedade. A hora é agora, portanto, para se por os pingos nos “is”, para deixar claro as querelas, e abandonar a postura de um governo moroso. Não somos nem parvos e menos ainda morosos. O governo tem que levar ao público o problema, não censurar os meios de comunicação e fazer um jogo infantil de apontar o culpado. Não há culpados. Ainda.

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run away

27 jun

Ele correu. Desceu as escadas do prédio e saiu à rua. Correu e correu. O frio cortava sua cara, ele suava por baixo das roupas. Corria por entre a multidão. Aos poucos ele ia se infiltrando entre as pessoas. Quanto mais ele corria, mais ele ficava dissolvido nas massas. E num repente não se via o mais. Ele deve ter continuado a correr. Nunca mais se soube notícias.

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família

26 jun

Definição de família:

A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimônio ou adoção. Nesse sentido o termo confunde-se com clã. Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes diretos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gerações.

Podemos então, definir família como um conjunto invisível de exigências funcionais que organiza a interação dos membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera através de padrões transacionais. Assim, no interior da família, os indivíduos podem constituir subsistemas, podendo estes ser formados pela geração, sexo, interesse e/ ou função, havendo diferentes níveis de poder, e onde os comportamentos de um membro afetam e influenciam os outros membros. A família como unidade social, enfrenta uma série de tarefas de desenvolvimento, diferindo a nível dos parâmetros culturais, mas possuindo as mesmas raízes universais (MINUCHIN,1990).

Sempre supus que qualquer pessoa fosse capaz de perceber o que é uma família. Mas quando a coisa é muito óbvia é que na realidade complica. Em nenhum momento a capacidade de gerar prole pode ser utilizada como um fator para definição de família. Se assim conjecturarmos, os casais estéreis não são considerados “família” sendo excluído totalmente o direito e a vontade de adoção. No entanto o Ex.mo Jeronymo Villas Boas considerou que é somente “família” os casais heterossexuais e não-estéreis. Ele deu a cara a bater, e a teve batida, bem batida, merecidamente.

Não me importa que os preconceituosos opinem, muito pelo contrário, assim saberemos quem são os imbecis.

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